Vale a pena pagar INSS como autônomo? Descubra aqui!

Vale a pena pagar INSS como autônomo? – Essa é uma pergunta comum entre os brasileiros que trabalham por conta própria. Com a reforma da previdência em destaque nos últimos meses, muitas pessoas estão desacreditando dos benefícios previdenciários.

O Instituto Nacional do Seguro Social é responsável por amparar os trabalhadores brasileiros em diferentes situações. Ele concede não só a aposentadoria, mas também benefícios como auxílio-doença, salário maternidade, pensão por morte, entre outros.

Milhares de brasileiros estão perdendo o interesse na Previdência Social. (Foto: Divulgação)

Devido ao rombo nos cofres da Previdência Social, o presidente Michel Temer resolveu fazer uma reforma previdenciária. Ele propõe mudanças como idade mínima de 65 anos para se aposentar, tanto no caso dos homens como no caso das mulheres. Para receber o valor integral da aposentadoria, os brasileiros terão que contribuir durante 49 anos.

As mudanças que vão acontecer na previdência estão assustando muita gente, principalmente os profissionais autônomos. Eles não trabalham com carteira assinada, por isso estão repensando o pagamento do INSS.

Profissionais autônomos e o INSS

Para contribuir com o INSS, o trabalhador autônomo deve fazer a sua inscrição e pagar uma GPS (Guia da Previdência Social) todo mês. O valor pago pelo contribuinte individual varia de acordo com o seu plano de contribuição. O plano simplificado tem uma alíquota de 11% e o normal de 20%.

Afinal, vale a pena pagar INSS como autônomo?

Pagar o INSS não deve ser visto como um custo. Os trabalhadores autônomos devem pensar que o pagamento das contribuições é um investimento para o futuro. Portanto, contribuir com a previdência social como autônomo ainda compensa, mesmo com a reforma.

INSS assegura benefícios importantes para o trabalhador. (Foto: Divulgação)

O trabalhador pode levar mais tempo para se aposentar e até se decepcionar com o valor da sua aposentadoria, só que o INSS assegura benefícios que nenhum outro banco que vende planos de previdência privada oferece. O segurado pode contar com auxílio doença, salário-maternidade e até mesmo amparar a sua família com pensão por morte.

Enfim, vale a pena pagar INSS como autônomo. Não só para conseguir a aposentadoria, mas também para desfrutar dos demais benefícios previdenciários.

E como fica o MEI?

Hoje, muitos autônomos contribuem com o INSS através do pagamento do MEI (Microempreendedor Individual). Eles pagam um valor de R$49,00 por mês para legalizar o negócio e contribuem com um plano básico da previdência social. A categoria, no entanto, é exclusiva para quem recebe até 60 mil reais por ano (ou em média 5 mil reais por mês).

Contar apenas com o MEI é um verdadeiro tiro no pé na vida do empreendedor individual, pois a taxa cobrada para fins previdenciários é mínima. O ideal é fazer um recolhimento maior para a contribuição valer a pena.

Pense em opções complementares para a aposentadoria

Para ter um futuro tranquilo, não conte apenas com a aposentadoria. (Foto: Divulgação)

Para ter um futuro tranquilo e livre de imprevistos, o profissional autônomo não deve contar apenas com a Previdência Social. O ideal é encontrar opções para complementar a aposentadoria, como é o caso dos fundos de pensão coletivos e a compra de papéis do Tesouro Direito.

Como foi possível perceber, vale a pena pagar INSS como autônomo, desde que você não se contente com o plano mínimo do MEI. Também é importante buscar outras formas de investimento para fazer o dinheiro render e não ficar apertado na velhice.

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